O caso Antônio Villas Boas é um clássico da literatura ufológica. Este caso é um dos primeiros registros do cruzamento humano-alienígena que vem sendo realizado por extraterrestres. Abaixo um trecho do relato de Villas Boas:

"Na noite de 15 de outubro eu estava sozinho trabalhando com o trator. A noite estava fria e o céu muito limpo, com estrelas. À uma hora da madrugada, vi, de repente, uma estrela vermelha no céu, parecia uma dessas estrelas maiores, de brilho forte. Mas não era, pois começou a aumentar de tamanho, como se estivesse vindo em minha direção. Tão depressa que, antes que eu pudesse pensar no que devia fazer, já estava por cima do trator. Aí parou de repente e desceu até ficar a uns 50 metros acima de minha cabeça, iluminando o trator e o chão em volta como se fosse dia, com uma luz vermelho-clara tão forte que dominava a luz dos faróis do trator. Fiquei apavorado, pois não sabia o que era aquilo. Pensei em saltar e sair correndo, mas a terra fofa, revolvida pelas pás do trator, seriam um obstáculo difícil.

Foi naquela agonia talvez uns dois minutos, mas aí o objeto luminoso se moveu para a frente e começou a descer bem lentamente, uns 10 ou 15 metros adiante. Era um aparelho estranho, de forma meio arredondada, todo rodeado de luzes arroxeadas e com um grande farol vermelho na frente. Parecia um ovo alongado, com três esporões metálicos na proa, envolvido por uma luz fluorescente. Na parte superior, havia uma coisa que girava a grande velocidade, também emitindo uma luz fluorescente avermelhada. Essa luz foi mudando para um tom esverdeado quando o aparelho pousava, diminuindo a rotação do que parecia uma cúpula achatada. Mesmo com o aparelho parado, ela não parou de girar, a baixa rotação. A poucos metros do solo, três pernas metálicas surgiram de baixo do aparelho, formando um tripé. Descontrolado, pus o trator em movimento, mas não cheguei a percorrer muitos metros: o motor morreu e, ao mesmo tempo, os faróis se apagaram. Tentei arrancar de novo, mas o motor de arranque não deu sinal de vida.

Saltei ao chão e comecei a correr, mas tinha perdido um tempo precioso tentando ligar o trator. Não dera alguns passos quando fui agarrado por um braço. Meu perseguidor era um sujeito baixo, da altura do meu ombro, vestido com uma espécie de macacão e a cabeça coberta por um capacete. Girei o corpo com violência e dei-lhe um empurrão tão forte que o desequilibrou e caiu de costas a uns dois metros de distância. Mas aí fui atacado por três outros, pelos lados e pelas costas. Me pegaram pelos braços e pelas pernas e me levantaram. Me debatia mas a pegada deles era firme. Comecei a gritar por socorro e a xingá-los. Notei que minha gritaria os deixava espantados ou curiosos, pois a caminho do aparelho pararam e me olharam com atenção, mas sem me largarem.

O aparelho estava a uns dois metros do chão, sobre o tripé. Tinha uma porta aberta na metade traseira, com uma escada metálica - do mesmo metal prateado do corpo do objeto. Fui içado por ali, coisa nada fácil para eles. Uma vez lá dentro, penetramos numa pequena saleta quadrada, iluminada fortemente por muitas lâmpadas fluorescentes, pequenas e quadradas, embutidas no metal em volta do teto. Não havia ali nenhum móvel ou aparelho. Os sujeitos eram cinco e me levaram para outra sala, bem maior e de forma meio oval. A essa altura, eu estava mais quieto, mesmo porque a porta que dava para fora tinha-se fechado e eu não tinha outra escolha. Essa outra sala, com as paredes do mesmo metal prateado e polido, tinha uma coluna que ia do teto até o chão, larga em cima e embaixo e afinando bastante no meio. Parecia maciça. Acho que ali era o centro do aparelho. Num dos lados havia uma mesa esquisita, rodeada de várias cadeiras giratórias sem encosto, como essas dos bares, mas tudo de metal.

Durante vários minutos, fiquei de pé, seguro pelos braços por dois sujeitos enquanto todos conversavam. Digo conversavam, mas na verdade o que eu via não era fala de gente: era uma espécie de ganidos, parecidos com os uivos de um cachorro. Essa semelhança era bem pequena, mas é a única que posso dar para aqueles sons: lentos, uns mais longos, às vezes com vários sons diferentes ao mesmo tempo, outras com um tremido no fim.

Quando aqueles ganidos terminaram, parece que tinham resolvido o que fazer comigo, pois os cinco me agarraram e começaram a tirar minhas roupas à força. Eu resisti, mas eles, embora usando força, não me machucaram. Fiquei inteiramente nú, já de novo angustiado. Um deles então se aproximou com uma espécie de esponja e começou a passar um líquido por toda a minha pele. Um líquido claro mas bem grosso e sem cheiro, que secava depressa. Fui então conduzido por três deles para a outra porta na direção oposta à que tínhamos entrado. Ela se abria para dentro em duas metades. Ia do teto até o chão e tinha, na parte de cima, uma espécie de letreiro luminoso, com uns rabiscos completamente diferentes das nossas letras. Essa porta dava para uma saleta menor, quadrada.

Quando olhei para trás, a porta se fechara e não havia sinal dela, apenas uma parede lisa. Depois se abriu outra vez e entraram dois deles, trazendo dois tubos de borracha ou algo parecido, vermelhos, bem grossos, com mais de um metro de comprimento cada um. Um desses tubos foi adaptado numa das pontas de um recipiente transparente em forma de cálice. A outra ponta tinha um biquinho em forma de ventosa, que foi aplicado na pele do meu queixo. Vi meu sangue entrar pouco a pouco no cálice, enchendo-o até a metade. Não senti dor, apenas a sensação de que a pele estava sendo sugada. Depois o lugar ficou ardendo e, mais tarde, vi que tinha ficado esfolado. Em seguida, fizeram a mesma coisa com o outro tubo, do outro lado do meu queixo, e o cálice desta vez se encheu de sangue. Feito isso, saíram e eu fiquei sozinho por muito tempo, não sei ao certo quanto.

Nessa sala havia apenas uma espécie de divã no centro, de matéria esponjosa e incômodo para deitar, pois era alto no meio. Sentei-me ali, cansado de tanta luta e emoções, e foi então que senti um cheiro estranho e comecei a ficar enjoado. Era com se estivesse respirando uma fumaça que dava a impressão de pano pintado sendo queimado. Examinando uma das paredes, vi uma porção de tubinhos metálicos, cheios de furinhos, dos quais saía uma fumacinha cinzenta que se dissolvia no ar. O enjôo aumentou e acabei vomitando num canto.

Até aquele momento, não sabia como eram aqueles sujeitos nem que feições tinham. Todos estavam metidos nos macacões cinzentos e com capacetes reforçados atrás e na frente por lâminas de metal fino, uma delas triangular, à altura do nariz. Esse capacete tinha apenas dois vidros redondos: através deles percebi olhos bem menores que os nossos, talvez por efeito dos vidros. Acima dos olhos, os capacetes tinham uma altura que devia corresponder ao dobro da largura de uma testa normal. Do meio da cabeça saíam três tubos redondos e prateados, que iam se embutir nas costas do macacão. As mangas se uniam a luvas grossas, da mesma cor cinzenta, com cinco dedos. As calças e os sapatos pareciam unidos, estes últimos com solas muito grossas e parecendo muito grandes. Não vi bolsos nem botões. Mas em todos havia, à altura do peito, uma espécie de escudo vermelho que emitia reflexos luminosos. Desse escudo partia uma tira de tecido prateado, ou metal laminado que se unia a um cinto largo e justo, sem fivela ou presilha. À exceção do que me agarrou primeiro, todos eram mais ou menos de minha altura (descontadas as solas grossas e o capacete alto, isso poderia dar cerca de 1 metro e 57 centímetros de altura).

Depois de um intervalo grande, a porta se abriu e tive uma surpresa enorme. Uma mulher entrou. Sem macacão e sem capacete. Inteiramente despida. Cabelos de um louro quase branco, lisos e ralos. Pequena, cerca de 1 metro e 35 centímetros de altura. Olhos azuis, rasgados. Nariz reto. Maçãs do rosto muito salientes. Para baixo, o rosto se afinava muito, terminando num queixo pontudo. Lábios muito finos, quase invisíveis. Pouco depois de nos termos separado, a porta se abriu. Um dos sujeitos apareceu e ela saiu. Mas antes de sair voltou-se para mim e, com uma espécie de sorriso, apontou para mim e depois para o alto."

Após tudo isto, Antônio recebeu suas roupas de volta e foi levado de volta para a escadinha pela qual entrou. Quando terminou de descer a escadinha, um dos seres que estava na entrada na nave fez o mesmo gesto: apontou para ele, depois para si mesmo e depois para o céu. Após isto fez sinal para que Antônio se afastasse do objeto.

Ao decolar, o objeto levantou um pouco do solo e recolheu o trem de pouso. O objeto elevou-se uns 50 metros, onde parou. Sua luminosidade aumentou e mudou para vermelho vivo. Após isto emitiu um zumbido e partiu em altíssima velocidade, em direção ao sul.

Nos exames que Antônio fez, posteriormente ao contato, constatou-se que ele foi exposto à radiação. Ele sentiu insônia, cansaço, dores pelo corpo, náuseas dores de cabeça, perda de apetite, ardência nos olhos, lacrimejamento permanente e lesões cutâneas provocadas por contusões até as mais leves. Surgiram manchas amareladas pelo corpo, que levavam de 10 a 20 dias para desaparecer. As lesões continuaram a aparecer durante meses, tendo o aspecto de pequenos nódulos avermelhados, mais duros do que a pele em volta. Destes nódulos saíam pus amarelado. Estes sinais no corpo de Villas Boas permaneceram muitos meses.

 

Fonte de Pesquisa : GEPUC On-Line - Ufologia com Seriedade na Internet

 

 

  INDIQUE ESTE SITE !

 

 

VOLTAR

mensageirosdoceu.net - 2004 - 2016 - Todos os Direitos Reservados.