Um dos mais extraordinários casos ufológicos ocorreu em Baependi, sul de Minas Gerais, em 16 de maio de 1979. A testemunha, Arlindo Gabriel dos Santos, observou quatro objetos, obtendo fotografias de alguns deles.

Arlindo havia saído caçar com mais dois amigos no alto da Serra do Alegre. Em determinado instante, eles se separaram, sendo que Arlindo adentrou na mata, vindo a sair em uma clareira. Ele portava, trazia um embornal, com mantimentos, uma máquina fotográfica, marca Tuca, uma espingarda 28mm e um revolver calibre 32 mm.

Ao sair na clareira, Arlindo pôde observar um objeto descer rapidamente do céu e pousar a uns 500 metros de distância. Ele não conseguiu observar o local do pouso, que ficou atrás de uma elevação do terreno. Arlindo caminho mais uns 300 metros e observou um objeto cilíndrico, com 50 cm de largura (aproximadamente), e com 1,50 m de altura. Ele tinha coloração amarela. No topo do objeto havia uma esfera que piscava em intervalos de meio segundo, nas cores vermelha e branca. Próximo ao ápice do objeto haviam duas projeções laterais, mais escuras que o objeto em si.

Arlindo observou este objeto por aproximadamente 3 minutos, quando resolveu fotografar o objeto. Ele obteve duas chapas. Nestas fotografias, embora de pouca qualidade, pode-se observar um objeto cilíndrico destacando-se na paisagem. Pouco depois este objeto desapareceu.

Intrigado, o fazendeiro resolveu investigar o local do pouso e quando caminhava na direção dele observou um segundo objeto que desceu do céu e pousou a aproximadamente 50 metros da testemunha. Este objeto tinha a forma de pião, com aproximadamente 1 metro de altura. Na parte de baixo havia uma haste, de uns 20 cm de comprimento, com uma espada avermelhada que fincou-se ao chão. Na parte de cima havia um cilindro com uma hélice que girava lentamente em sentido anti-horário. A hélice tinha aproximadamente 50 cm de diâmetro e tinha quatro hastes. Arlindo fotografou este objeto e enquanto mudava o filme da máquina ouviu um chiado. Ao olhar, Arlindo notou que o estranho aparelho transformou-se em uma nuvem bem branca. Ele fotografou a nuvem e andou um pouco mais.

Neste momento desceu outro objeto, a uns 80 metros de distância, que tinha a forma semelhante ao de um barril. Este objeto tinha aproximadamente 1 metro de altura e era listrado, nas cores vermelha e branca. No topo havia um cilindro de uns 20 cm de diâmetro e 25 de altura. Também havia uma hélice que girava lentamente em sentido anti-horário. Um detalhe interessante é que a parte listrada inflava-se e esvaziava-se como se respirasse. Enquanto pousava, este objeto balançava da esquerda para a direita, sobre a base, como se fosse cair. Quando o objeto finalmente aterrissou, cessaram-se todos os movimentos. Arlindo obteve três fotografias deste objeto.

Pouco depois, Arlindo andou mais uns 10 metros e ouviu um barulho forte, semelhante ao de um motor afogado. Então ele observou um objeto bem maior, branco, com uma ponta no topo. Nas laterais do objeto haviam expansões semelhantes à asas. Ele notou também a existência de janelinhas. O objeto aterrissou apoiando-se em quatro pés

Arlindo resolveu fotografar o objeto, mas uma luz muito forte, emitida pelo objeto, deixou seus olhos ardendo. Arlindo, apavorado, largou suas coisas e correu. Não foi muito longe, pois uns 10 metros depois Arlindo foi imobilizado pelo objeto. Quando recuperou a visão notou a presença de dois seres com aproximadamente 1 metro de altura, que vestiam uniforme e tinham um capacete transparente que deixava todo o rosto à vista.

Os dois seres agarraram Arlindo pelo braço, que com medo falou: “Pelo Amor de Deus, me soltem!”. Em resposta, os seres falaram, em português: “Em Deus todos somo irmãos! Nós não fazemos mal a ninguém! Queremos apenas uma informação”. Segundo Arlindo, apesar deter visto a boca dos seres mexerem quando eles falavam, a voz saía da parte de trás, de uma espécie de tambor.

A seguir os seres levaram Arlindo até a nave. Quando Arlindo chegou próximo da nave sentiu que ele era frio. Havia um dos tripulantes parado logo na entrada do objeto. Arlindo era mais alto que a porta de acesso da nave, de modo que teve que se curvar par entrar no objeto. Pouco antes de entrar no objeto, Arlindo foi questionado por um dos seres, que perguntou: “ ... se havia visto (você dá notícia) de uma zurca, em missão de abordo com a Terra”. Arlindo respondeu que não sabia o que era uma zurca.

O tripulante do objeto esclareceu que uma zurca era um aparelho que eles transmitiam para cá, em comunicação como todos os aparelhos daqui da Terra. Disse também, que ele havia tomado contato com uma linha universal e havia queimado a linha de transmissão. Havia desregulado o motor de montagem e havia assim, descido e estava na Terra. Estamos à procura deste aparelho”.

Arlindo teve medo de falar sobre os objetos que tinha observado e fotografado momentos antes. Arlindo então perguntou sobre a origem dos seres. Eles responderam: “Nós somos do lado de uma costa”. Logo após o ser perguntou à Arlindo: “Você tem algum estudo? Têm cultura?”. Arlindo respondeu que não.

Após isto Arlindo foi autorizado a entrar no aparelho. O misterioso ser estendeu a mão como se o convidasse a entrar na nave. Ao segurar a mão do ser, Arlindo sentiu uma sensação de frio. Dentro da nave, Arlindo viu-se em um salão circular com aproximadamente 7 metros de diâmetro. A porta de entrada da nave foi fechada. Nesta sala haviam luzes nas paredes, indicadores e medidores. Havia, também, dois tripulantes sentados em cadeiras confortáveis que manipulavam um instrumento fazendo um barulho semelhante ao de uma máquina de escrever. Quando Arlindo entrou na sala, estes se levantaram e conversaram entre si em uma linguagem desconhecida. A fala deles se assemelhava a chiados.

A seguir entrou na sala uma tripulante. Ela estava sem capacete e começou a conversar com os outros tripulantes. O uniforme desta mulher eram branco, sendo que dos outros tripulantes era preto. Ao fim da conversa, a moça dirigiu-se para um corredor. Nesse momento um dos seres colocou a mão nas costas de Arlindo, indicando que ele deveria seguir a moça. Assim, o tripulante, a moça e Arlindo entraram em um quarto pequeno. Neste quarto havia uma estante com 3 m de comprimento e 1,5 m de altura (aproximadamente). Nesta estante haviam duas telas circulares. Um dos seres acionou uma manivela à esquerda. Na tela surgiram imagens que foram explicadas pela UFOnauta.

“(O aparelho) era repartido em duas partes. Parecia uma pedra de marfim, de mais ou menos meio metro quadrado. Quando o homem mexeu no botão ele acendeu. A moça então pegou uma varinha e quando o aparelho acendeu, ela mostrou para mim a Terra, a Lua e o Sol. Eu fiquei quieto, não dei resposta e nada perguntei. A Terra foi movimentando e desapareceu. Quando neste momento, apareceu uma mancha do outro lado. Então a moça falou: Aqui é onde nós estamos. Nós viemos aqui gastando poucas horas. De acordo com a movimentação da Terra, temos um contato com o Sol, a Lua e a Terra”.

Estas explicações teriam durado aproximadamente 5 minutos. Arlindo notou que não havia sincronismo entre as palavras ouvidas e o movimento labial dos UFOnautas. Quando falavam eles apenas abriam a boca. Dentro da nave, a fala dos tripulantes não vinha da boca ou de qualquer parte do corpo dos tripulantes. Ela vinha do próprio ambiente onde ele estava.

Depois destas explicações, os três voltaram à primeira sala. Ali haviam outros quatro UFOnautas. Um dos tripulantes desconectou a tubulação e tirou o capacete e falou à Arlindo: “Nós somos de uma só matéria (igual à de você, Arlindo), do mesmo sangue, e vivemos do mesmo trabalho. Daqui a pouco tempo teremos transmissão” . Após isso, Arlindo foi levado de volta para fora da nave. Um dos tripulantes falou que ele deveria proteger a vista e se afastar da nave. Arlino andou uns 200 metros, com muita dificuldade. Andou mais um pouco e sentiu-se bem. Ele ficou aproximadamente 20 minutos sem fala e bebeu quase um litro de água logo após a experiência.

Durante todo o contato, Arlindo permaneceu com sua pistola na cintura e sua espingarda a tiracolo. Um embornal que continha mantimentos (que foi deixado no chão no momento em que tentava fotografar o objeto) não foi encontrado.

Arlindo procurou seus companheiros, e todos retornaram ao local do contato. Arlindo não comentou seu contato com os tripulantes do objeto. Estes por sua vez, não viram ou ouviram qualquer coisa de anormal durante o contato de Arlindo. Eles encontraram quatro sulcos no local onde o objeto maior desceu. No local onde o 2º objeto aterrissou (este objeto transformou-se em uma nuvem branquinha) foi encontrado um círculo de 1,5 m de capim queimado. Eles vasculharam o local em busca do embornal, mas não o encontraram. Durante três dias, os olhos de Arlindo Gabriel permaneceram inchados. Ele também sentiu dores de cabeça. Na primeira noite após o contato, Arlindo sonhou com sua experiência, sonhando também que estava visitando o local de origem destes seres.

O medico Evaristo Seixas Maciel, que examinou Arlindo após sua experiência, constatou distúrbios naturais no coração (ele estava um pouco acelerado). Ele emitiu um laudo afirmando que Arlindo tinha ótima saúde física e mental.

Nos 22 e 28 de maio, foram realizadas buscas pelo embornal, mas nada foi encontrado. Em 14 de julho, Arlindo e Jairo Esaú dos Santos (irmão de Arlindo), voltaram ao local do contato, juntamente com a equipe de ufólogos do Centro Varginhense de Pesquisas Parapsicológicas (CEVAPPA).

As marcas do pouso foram analisadas e foi obtido um molde em gesso das marcas deixadas pelo objeto. Pelas análises constatou-se que o trem de pouso do objeto era composto por quatro patas, sendo que cada um tinha formato trapezoidal. As marcas apresentavam 16 perfurações em cada uma, que foram produzidas por hastes de fixação do objeto. O teste de peso indicou que seria necessário um peso de 16,5 toneladas para produzir as marcas tais como ficaram na época.

Após a experiência, a máquina fotográfica parou de funcionar. Todos as fotografias tomadas após a experiência foram perdidas. Quando os pesquisadores abriram a máquina fotográfica observaram que a chapa de proteção do filme estava queimada e coberta de fuligem.

Foi realizado medições do índice de magnetismo da espingarda e o revolver que estavam com Arlindo quando este ingressou na nave. Nas proximidades do gatilho da arma os índices eram muito baixos, porém ao longo do cano da espingarda, o índice era muito alto.

Em três ocasiões, foram realizadas buscas pelo embornal desaparecido. No dia 14 de julho de 1979 a equipe de ufólogos do CEVAPPA localizou o embornal. Ele estava no mesmo local do contato. Ele tinha diversos caracteres estampados no pano. Logo notou-se semelhanças entre os caracteres do pano com caracteres hebraicos arcaicos. Segundo o Boletim da Sociedade Brasileira de Estudos de Discos Voadores (SBEDV), no. 132/135 de janeiro/agosto de 1980 (págs 39), em um caso ocorrido em São Paulo, em 1959, os UFOnautas entregaram ao protagonista do caso, Luiz Henrique, uma mensagem com caracteres estranhos. Os caracteres seriam muito semelhantes aos encontrados no embornal.

Em 4 de dezembro de 1979, Paulette Gustin enviou uma carta á ufóloga Irene Granchi solicitando uma fotografia nítida do embornal e seus caracteres. Ela conhecia caracteres contidos nos Manuscritos do Mar Morto, além de que conhecia membros da equipe de pesquisa dos manuscritos.

Dona Irene enviou a fotografia e esta repassou-a à estudiosos dos pergaminhos, sem mencionar que se tratava de um caso ufológico. A resposta veio em telegrama, em que eles solicitavam dados sobre a origem da peça, medidas, etc. Ela justificou-se em carta ao ufólogo Ubirajara Franco Rodrigues, em março de 1982.

Coube ao ufólogo Paulo Stekel, que conhece línguas antigas, a tarefa de traduzir o texto do embornal. Ele precisou de quase um mês para traduzir todo o texto. Infelizmente, por ação do tempo e das chuvas, uma parte do texto já estava perdida no momento em que foi encontrada.

Stekel identificou 146 sinais. Analisando um por um e comparando-os com outros caracteres egípcios, fenícios, aramaicos e hebraicos. Assim ele confirmou que os caracteres identificados no embornal são semitas. Assim ele conseguiu reconstituis 75% dos sinais do embornal, facilitando uma tradução. Depois ele utilizou a técnica cabalística.

No final ele concluiu que o texto original tinha 66 palavras, das quais ele pôde traduzir 48%, ou seja, 72% do texto. Embora falte 28% do texto, original foi possível entender o sentido contextual.

A tradução seria a seguinte: “Que aquele que oprime a erva nova a umedeça, faça nascer, para que seja concluída e domine a matéria para que a sua palavra realize o destino da beleza que a conserva perfeita. Pois aquele que a protege da palavra inútil e impura tem um escudo que reforça seu jardim. Caso contrário, sobre o que recairá a ruína? Sobre a força natural da vida. Agora é o momento para a evolução de sua forma e de sua consciência ordinária, pois consciência natural é como o ouro puro, como uma chapa superior, como a síntese da existência e do conhecimento. Defeito violento é a força da consciência objetiva, que é um movimento evolutivo, sem nenhum amos, usada apenas para conservar o domínio. Cada broto desta erva possui um sublime poder. A erva é como uma árvore de ouro puro, capaz da dissolução do mal, mesmo que no princípio seja apenas uma insignificante semente”.

Além dos caracteres, quatro desenhos podem ser observados no pano. O primeiro tem o formato de chapéu, o segundo de um travessão diagonal, o terceiro é um retângulo, e o quarto um hexágono. Analisando-se os desenhos pode-se supor que os dois primeiros sejam representações de naves espaciais (o chapéu seria uma alusão aos objetos discoidais e o travessão seria uma alusão às naves mães, em forma de charuto). O terceiro desenho é uma representação da autoridade sob o ponto de vista cabalístico. O quarto desenho é um símbolo da relação do homem com o universo.

As investigações sobre o embornal continuaram e em 1998, o pesquisador do caso, o ufólogo mineiro Ubirajara Franco Rodrigues, encontrou uma nova pesquisa, de Ricardo Ferreira Arantes mostrando uma relação entre os caracteres presentes no embornal com um filme atribuído ao caso Roswell. Ele inverteu o quadro das inscrições em 180º , espelhando-as. Então ele notou que a imagem foi gravada no pano, invertida, sendo que só seria observada corretamente através de um espelho. Ele chegou à conclusões diferentes dos estudos anteriores, porém que coincidem no tom do que está sendo escrito.

Assim, Ricardo Arantes obteve uma outra tradução do texto do embornal: “(O) quando está determinado; Calamidades 06 vezes; Vermelho desolado; Nem a beleza das terras mais longínquas será preservada na nuvem; Escutai mensageiro, a dor (dos que foram) destruídos pelo clarão;

Livrai-nos da maldição (de ter) o corpo consumido; Fazei saber (que ) a ira de Deus cresce e se aproxima silenciosamente”.

Discos voadores já foram avistados na mesma região em outras ocasiões. Em certa ocasião, Arlindo voltava à cavalo de região de Arraial. Seu cavalo assustou-se com alguma coisa. Foi então que ele notou que haviam círculos de luz que o acompanhava em sua caminhada. Ao olhar para cima notou que os círculos de luz eram produzidos por um objeto luminoso que estava a uns 50 metros de altura acima de sua cabeça. Este foco de luz permaneceu presente em toda a caminhada, sendo que em certas ocasiões ele aparecia e desaparecia e sobrevoando picos de morros próximos. Quando ele chegou em casa avisou seu pai que também viu o fenômeno. Em 8 de novembro de 1978, o primo de Arlindo, Américo Esaú dos Santos, avistou em Caxambu, cidade vizinha, passou por uma experiência estranha. O trator em que trabalhava estava encalhado em um terreno pantanosa. Ele estava tentando tirar o trator do atoleiro utilizando o motor deste. O trator avançou dez metros sem deixar qualquer rastro de sua passagem pela lama. Foi então que notou que havia um objeto discoidal acima de sua cabeça. Parecia-se com dois pratos justapostos, tinha 5 metros de diâmetro e 3 de altura. Era metálico. O objeto desceu a uns 5 metros de distância do tratorista, permanecendo a meio metro acima do chão. Neste momento, Américo estava imobilizado e pôde observar a saída de um ser de 1,70 de altura, trajando uniforme azul escuro que cobria todo o corpo. Este ser disse à Américo: “Estamos em missão de paz”. O ser entrou no objeto e partiu logo depois. Américo recuperou os movimentos logo em seguida.

Fonte de Pesquisa : GEPUC On-Line - Ufologia com Seriedade na Internet

 

 

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